Uma das maiores empresas do polo moveleiro de Linhares/ES, a Móveis Rimo, conta com uma política de produção de móveis de qualidade e ecologicamente corretos. Para reduzir o consumo de energia e tornar sua planta industrial ainda mais eficiente aplicou soluções desenvolvidas pela WEG.

“Em média, 68% da energia utilizada em uma indústria, é consumida por motores elétricos. Por isso, quanto mais eficiente for este motor e seu controle automatizado, menos energia irá consumir em sua operação”, afirma Leandro Ávila, chefe do Centro de Negócios de Eficiência Energética WEG.

O filtro de mangas é um equipamento amplamente utilizado nas indústrias moveleiras. Tem a função de realizar o despoeiramento dos particulados emitidos por máquinas de corte, pintura, dentre outros processos utilizados na fabricação de móveis. Na maioria dos casos, devido às variações que costumam ocorrer em cada etapa da produção, não é necessário que o sistema de exaustão opere todo o tempo com capacidade máxima.

“Fomos procurados pelo pessoal da WEG que nos propuseram a substituição dos motores antigos por mais modernos e apresentaram um estudo estimando uma economia de 43,4% no consumo de energia elétrica e um Retorno de Investimento em dois anos com a implementação do projeto de eficiência energética nos sistemas de exaustão”, explica Jonilson Suave, Diretor Industrial da móveis Rimo.

“Fizemos a análise do projeto e resolvemos investir fazendo um cronograma de entrega e instalação”, completa Suave.

A solução de eficiência energética consiste na troca dos motores antigos por modelos de alta eficiência, acionados por inversores de frequência. O inversor de frequência passou a controlar a velocidade do motor de alta eficiência, adequando sua operação conforme a real necessidade do processo, reduzindo assim, o consumo de energia elétrica.

Além da economia de energia outros ganhos como otimização do processo, redução de paradas para troca de mangas, aumento da competitividade, aumento da vida útil das mangas e da confiabilidade no processo de fabricação estão previstos.

“Hoje com o cronograma na fase final de implementação, constatamos que a economia proporcionada foi de 46,9% no consumo de energia elétrica e o Retorno de Investimento de 1,2 anos. Sem dúvidas, um bom negócio”, conclui Suave.

Fonte: WEG

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